AI-first de verdade
Gramática LL(1) determinística, uma forma canônica por construct, 1 arquivo = 1 módulo, AST serializável e erros estruturados que alimentam o ciclo gerar → compilar → corrigir. Projetada para o modelo acertar de primeira.
Kyven é a primeira linguagem de sistemas AI-first: projetada para que modelos de IA gerem código correto em uma única tentativa — e compilada para binário nativo com performance de nível C.
-- API HTTP, memória gerenciada pelo compilador
use kv.os.http_server
fn fast greet(req Request) Response
name = req.param("name")
Response.json("{ \"hello\": \"{name}\" }")
fn main()
server = HttpServer(8080).use_iocp()
server.workers(8)
server.registerRoute(Router().get("/hi/:name", greet))
server.serve_until_signal(5000)
-- sem malloc. sem free. sem GC.
Toda linguagem feita para humanos esconde decisões avançadas de memória, performance e hot-paths — exigir esse domínio de todo programador seria inviável. Kyven aposta o contrário: modelos de IA operam melhor sobre uma superfície explícita de intenção, desde que o compilador valide, diagnostique e meça. A linguagem não esconde tudo no compilador — ela remove a complexidade acidental e estrutura a estratégica.
Gramática LL(1) determinística, uma forma canônica por construct, 1 arquivo = 1 módulo, AST serializável e erros estruturados que alimentam o ciclo gerar → compilar → corrigir. Projetada para o modelo acertar de primeira.
Zero lifetimes, zero GC, zero refcount no caminho comum. O compilador transforma valores heap em SSA e insere o free no último uso seguro. Você escreve código imperativo; a memória se resolve sozinha.
Otimização como intenção declarável: arena, simd, parallel, zero_copy. Auditável, mensurável, validada pelo compilador.
Toda operação hot-path é builtin nativo. Em nossos benchmarks — lógica idêntica, checksums validados — Kyven iguala ou supera C em SHA-256, JSON, Vec e HTTP, e fica à frente de Go, Java, Node, Python e .NET.
Sem runtime C. Sem libssl, libcurl, zlib. Crypto, TLS, HTTP e drivers em Kyven puro. Um binário, roda em qualquer máquina.
Pool, Workers, Batch, Ring, Cache, Limit, Circuit, State, Timer, Meter, Index — com conhecimento direto no compilador. Sem segunda camada lenta sobre wrappers.
A PAL liga apenas a APIs do próprio sistema operacional (ws2_32, IOCP, io_uring, kqueue). Windows, Linux e macOS validados com paridade de símbolos imposta no CI.
Sem chaves, sem ponto-e-vírgula, sem let/var/mut. Uma forma canônica para cada intenção.
fn main()
name = "World"
print("Hello, {name}!")
-- Vec inicializado direto — sem free manual
nums = Vec(2, 4, 6, 8)
total = 0
for n in nums
total += n
print("total = {total}")
-- Você escreve código imperativo direto.
-- O compilador faz a análise de último uso.
fn render(name Str) Str
s = "hello " + name -- alloc Str
upper = s.upper() -- s usado pela última vez aqui
"[" + upper + "]" -- compilador insere free(s), free(upper)
fn main()
out = render("kyven") -- retorno move ownership ao chamador
print(out) -- free(out) após o último uso
-- sem malloc. sem free. sem GC. sem lifetimes.
-- Declare a intenção; o compilador aplica e mede.
quantum fast
enable arena
enable inline_all
enable simd
quantum api
extend fast -- herda arena + inline_all + simd
enable workers(8)
enable keepalive
-- 'fast' num kernel numérico
fn fast dot(a Vec[F64], b Vec[F64]) F64
sum = 0.0
for i in 0..a.len()
sum = sum + a[i] * b[i]
sum
-- 'api' já traz fast + workers + keepalive
fn api handle(req Request) Response
Response.ok("pong")
-- kyven build app.kv --quantum-report
-- Pool concorrente é um tipo builtin, não uma lib.
fn main()
pool = Pool(16)
for url in urls
job = async fetch(url)
pool.put(job)
for j in pool.drain()
print(j.await())
-- 11 tipos prontos: Workers, Batch, Ring, Cache,
-- Limit, Circuit, State, Timer, Meter, Index...
-- Crypto é Kyven puro — sem libssl, sem OpenSSL.
use kv.crypto.sha256
use kv.crypto.aes
fn main()
digest = sha256_hash("the quick brown fox")
print("sha256 = {digest}")
ct = aes128_encrypt(plaintext, key, iv) catch
print("falha de criptografia")
return
print("cipher pronto: {ct.len} bytes")
-- fn! = pode falhar por condição externa (rede, OS, I/O)
-- fn = infalível dado input válido
fn! open_db(url Str) Conn
fn classify(n Int) Str
? n < 0
"negativo"
_ n == 0
"zero"
!
"positivo" -- '!' é o else
fn main()
conn = open_db("postgres://localhost") catch
print("sem conexão")
return
print(classify(42)) -- pipeline: 42 >> classify
KMM substitui malloc/free, garbage collection, reference counting e borrow-checking exposto por gerenciamento em tempo de compilação, baseado em análise de último uso e escape. O programador escreve código imperativo; o compilador transforma valores heap em registradores SSA e insere o free no último uso seguro.
fn build_greeting(name Str) Str
s = "hello " + name
print(s)
s.upper()
-- o que o compilador deriva, sozinho:
-- alloc Str ← "hello " + name
-- use Str in print
-- move Str → s.upper() consome s
-- free inserido no último uso seguro
-- escape Str retornado → ownership ao chamador
Onde o KMM empurra o mecânico para baixo, o Quantum puxa o estratégico para cima. Técnicas que antes viviam só como heurística interna do compilador, pragmas dispersos ou flags externas tornam-se opções explícitas, auditáveis e mensuráveis — aplicáveis a função, loop, bloco ou objeto.
O compilador nunca abdica da decisão técnica: ele recebe a intenção e responde com aplicação, fallback, warning ou erro — e prova o efeito com benchmark.
quantum hot
enable arena(64kb)
enable simd
enable eliminate_bounds
-- aplica a uma função inteira
fn hot transform(data Vec[F64]) F64
acc = 0.0
for i in 0..data.len()
acc = acc + data[i] * 2.0
acc
-- aplica só a um loop
for hot i in 0..n
process(i)
-- aplica só a um bloco inline
quantum hot
total = total + buf.scan()
Lógica idêntica em cada linguagem, cada uma com sua stdlib, checksums validados — números reproduzíveis, não slogans. Onde o Kyven ganha, mostramos por quanto; onde empata com C, dizemos. Menor é mais rápido (ms) — exceto throughput HTTP, onde maior é melhor.
SHA-1 HW: 1ms (C: 12ms) · AES-128 HW: 0ms · fib(30)×1M: 0ms · Vec search 10K: 0ms — benchmarks reproduzíveis sob regras estritas de validação.
Cada token a menos é uma chance a menos de a IA errar. A mesma lógica, lado a lado — sem ginástica de sintaxe que favoreça um dos lados.
struct User
name Str
age Int
fn tier(u User) Str
? u.age < 13 : return "kid"
? u.age < 18 : return "teen"
"adult"
fn main()
users = Vec()
users.push(User { name: "Ana", age: 9 })
users.push(User { name: "Léo", age: 30 })
for u in users
print("{u.name}: {tier(u)}")
import java.util.*;
record User(String name, int age) {}
public class Main {
static String tier(User u) {
if (u.age() < 13) return "kid";
if (u.age() < 18) return "teen";
return "adult";
}
public static void main(String[] args) {
List<User> users = new ArrayList<>();
users.add(new User("Ana", 9));
users.add(new User("Léo", 30));
for (User u : users)
System.out.println(u.name() + ": " + tier(u));
}
}
Kyven não tem runtime em C. Nenhuma parte do seu comportamento observável depende de uma biblioteca externa. Crypto, TLS 1.3, HTTP/2, compressão e drivers de banco são 100% Kyven. Quatro camadas, escopo absolutamente claro.
Tipos com conhecimento direto no compilador — sem segunda camada lenta — e mais de 60 módulos para backend e sistemas reais.
Servidores HTTP/HTTPS com router, middleware, route params, keep-alive e IOCP/io_uring — entregando mais de 1,7M RPS sem framework externo.
TLS 1.3 completo, AES, SHA, HMAC e ECDSA em Kyven puro. Sem superfície de ataque herdada de libs externas, sem dependência de OpenSSL.
Drivers nativos para Postgres, MySQL, MSSQL e Oracle, com pool de conexões, cursores em streaming e parsing de protocolo em alta performance.
A linguagem que a IA escreve corretamente em one-shot é a linguagem ideal para o código gerado por IA: previsível, verificável e nativa — pronta para fechar o loop gerar→compilar→corrigir.
| Kyven | C | Rust | Go | Java | .NET | PHP | Python | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Performance nativa | ● | ● | ● | ◐ | ◐ | ◐ | ○ | ○ |
| Memória sem GC | ● | ● | ● | ○ | ○ | ○ | ○ | ○ |
| Sem anotações de lifetime | ● | ◐ | ○ | ● | ● | ● | ● | ● |
| Otimização como intenção | ● | ○ | ◐ | ○ | ○ | ○ | ○ | ○ |
| Projetada para geração por IA | ● | ○ | ○ | ◐ | ○ | ○ | ○ | ◐ |
| Zero dependências externas | ● | ○ | ◐ | ◐ | ○ | ◐ | ○ | ○ |
| Binário único de deploy | ● | ◐ | ● | ● | ○ | ◐ | ○ | ○ |
● nativo / por design · ◐ parcial / com esforço · ○ ausente
"Implementado" no Kyven significa: código escrito + compilou + executou + resultado verificado correto. Nada de promessas vazias.
Toolchain: LLVM 20–22, clang e Rust 1.82+. Clone, compile o driver e rode. Um binário, zero dependências de runtime.